terça-feira, 28 de junho de 2011

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

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http://sociologiareformacional.blogspot.com/2011/06/stephen-fuller-sociologo-falou-e-disse.html

Vivendo entre uma Geração Pervertida e Corrupta V: MARCHA PARA JESUS VIRA ATO CONTRA A ABERRAÇÃO, DEPRAVAÇÃO, INIQUIDADE E PECAMINOSA "UNIÃO HOMOAFETIVA"

MARCHA PARA JESUS VIRA ATO CONTRA UNIÃO
HOMOAFETIVA

http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=90795

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A 19ª edição da Marcha para Jesus, uma das maiores
manifestações religiosas do planeta, se transformou em um ato de
afronta ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ameaças aos
políticos por parte de lideranças evangélicas. Apesar dos esforços
dos organizadores para restringir o enfoque a temas religiosos,
assuntos como a união civil de pessoas do mesmo sexo, homofobia e
legalização da maconha acabaram dominando os discursos de alguns
líderes religiosos.

"A MARCHA NÃO DEIXA DE SER UM ATO
POLÍTICO", resumiu o senador Marcelo Crivella
(PRB-RJ), ligado a Igreja Universal do Reino de Deus.

O discurso mais radical foi do pastor Silas Malafaia. Com
palavreado vulgar, usando termos como "OTÁRIO" e "LIXO
MORAL", Malafaia atacou duramente a decisão do STF de
legalizar a união estável entre pessoas do mesmo sexo:

"O STF RASGOU A CONSTITUIÇÃO QUE, NO
ARTIGO 226, PARÁGRAFO 3º, DIZ
CLARAMENTE QUE UNIÃO ESTÁVEL É ENTRE UM
HOMEM DO GÊNERO MASCULINO E UMA MULHER
DO GÊNERO FEMININO. UNIÃO HOMOSSEXUAL
UMA VÍRGULA",

disse o pastor. Na sequência, Malafaia passou a atacar a decisão
do STF de liberar as marchas da maconha no Brasil:

"AMANHÃ SE ALGUÉM QUISER FAZER UMA
MARCHA EM FAVOR DA PEDOFILIA, DO CRACK
OU DA COCAÍNA VAI PODER FAZER. NÓS, EM
NOME DE DEUS, DIZEMOS NÃO."

A multidão, estimada pela Polícia Militar em 1 milhão de pessoas
- e pelos organizadores em 5 milhões - foi ao delírio e respondeu
com gritos de "não, não" com os braços levantados para o céu.

Malafaia ameaçou orientar seus fiéis a não votarem em parlamentares
que defendem o Projeto de Lei 122/2006, que criminaliza a
homofobia no País.

"NINGUÉM AQUI VAI PAGAR DE OTÁRIO, DE
CRENTE, NÃO. SE FOR CONTRA A FAMÍLIA
NÃO VAI TER O NOSSO VOTO", ameaçou.

O pastor defendeu a desobediência por parte de pastores caso o PL
122 seja aprovado. "Eles querem aprovar uma lei para dizer que a
Bíblia é um livro homofóbico e botar uma mordaça em nossa boca.
Se aprovarem o PL 122 no mesmo dia, na mesma hora, tudo quando
é pastor vai pregar contra a prática homossexual. Quero ver onde vai
ter cadeia para botar tanto pastor."

'LIXO MORAL'

Malafaia classificou como "LIXO MORAL" as pessoas que
questionam a interferência das igrejas em assuntos do governo e,
embora tenha dito que não tem objetivo de instaurar um estado
evangélico no Brasil, "OS PAÍSES MAIS PRÁTICOS
E AS DEMOCRACIAS MAIS EVOLUÍDAS DO
MUNDO TEM ORIGEM NO PROTESTANTISMO".

Já Crivella adotou um tom mais ameno em relação aos direitos civis
dos homossexuais, mas foi duro em relação ao STF que, segundo
ele, está agindo politicamente e se imiscuindo em temas que dizem
respeito ao Legislativo:

"O CONGRESSO TEM QUE SE LEVANTAR CONTRA
O ATIVISMO POLÍTICO DO STF. SÓ O
CONGRESSO PODE DETÊ-LOS",

afirmou o senador.

A contrariedade maior de Crivella é em relação ao ministro Ayres
Brito:

"FUI O RELATOR DO PROCESSO DE APROVAÇÃO
DO AYRES BRITTO NO SENADO E NA ÉPOCA
ALGUNS COLEGAS ME ALERTARAM QUE ELE TEM
PRETENSÕES POLÍTICAS MAS NÃO DEI
OUVIDOS. ELE FOI CANDIDATO A DEPUTADO
PELO PT DE SERGIPE E NÃO FOI ELEITO.
AGORA QUER SE VINGAR DO POVO SERGIPANO
E LEVAR NA MÃO GRANDE",

acusou. Segundo ele, o Congresso trabalha em um projeto de lei que
contemple tanto os direitos civis gays quanto os dos pastores
evangélicos de pregarem contra a prática homossexual. "O QUE
NÃO PODE É QUERER FAZER NA MARRA. AÍ
DESENCADEIA REAÇÕES RADICAIS COMO A
QUE VIMOS AGORA A POUCO", disse ele, em
referência a Malafaia.

A reportagem abordou um grupo de oito jovens que veio de Cidade
Adhemar para a marcha e perguntou quais as opiniões deles sobre
direitos homossexuais, homofobia, aborto e legalização da maconha.
Com visual moderno, estilo emo, todos disseram ser contra a união
civil de pessoas do mesmo sexo, aborto e legalização das drogas e
defenderam os pastores que consideram o homossexualismo uma prática
pecaminosa.

Fonte:



A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

sdv@documentosepesquisas.com

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EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É
NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Vivendo entre uma Geração Pervertida e Corrupta IV: FOLHA DE SÃO PAULO: MARCHA VIRA PALCO PARA CRÍTICAS AO STF

FOLHA DE SÃO PAULO: MARCHA VIRA PALCO
PARA CRÍTICAS AO STF

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po2406201108.htm

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Número de fiéis atraído pela Marcha para Jesus em São Paulo
ficou entre 1 milhão e 5 milhões, de acordo com estimativas.

Líderes evangélicos transformaram ontem a Marcha para Jesus, em
São Paulo, em palco para críticas ao Supremo Tribunal Federal e
uma exibição de força política.

Os alvos principais foram as recentes decisões em que o STF
reconheceu a união estável de casais homossexuais e liberou
manifestações pela liberação da maconha.

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em
Cristo, chegou a recomendar aos fiéis que não votem em políticos
que sejam favoráveis à união gay. "O POVO EVANGÉLICO
NÃO VAI SER CURRAL ELEITORAL", disse.

"SE GOVERNADOR, PREFEITO OU PRESIDENTE
FOR CONTRA A FAMÍLIA, NÃO TERÁ NOSSO
VOTO."

Para Malafaia, o Supremo "RASGOU A
CONSTITUIÇÃO" ao permitir a união civil entre
homossexuais. O pastor negou que seja homofóbico.

No Congresso, 71 deputados e três senadores são ligados a igrejas
evangélicas.

O apóstolo Estevam Hernandes, líder da Renascer em Cristo e
principal organizador da Marcha, disse que a manifestação não tem
caráter político, mas reconheceu a influência dos líderes. Ele
também se pronunciou contra as decisões do STF. "ENQUANTO
A MACONHA NÃO É LIBERADA, É INCOERENTE
MARCHAR POR AQUILO QUE NÃO É LEGAL", disse
Hernandes.

Pastor da Igreja Universal, o senador Marcelo Crivella
(PRB-RJ) criticou o "ATIVISMO JUDICIAL" e
disse que "NÃO É POSSÍVEL QUE SEIS
ILUMINADOS SE JULGUEM CAPAZES DE
DECIDIR POR 200 MILHÕES". O STF é composto
por 11 ministros.

O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que os evangélicos
esperam respeito dos homossexuais. "O VERDADEIRO
SUPREMO É DEUS", disse.

A marcha atraiu uma multidão de fiéis que seguiu sete trios
elétricos e percorreu 4 quilômetros do centro de São Paulo até a
zona norte. A manifestação é realizada todo ano na cidade desde
1993.

POLÍCIA ESTIMA PÚBLICO DO ATO EM 1
MILHÃO

A Igreja Renascer em Cristo estimou em 5 milhões o público
presente na Marcha para Jesus durante todo o percurso do evento, que
durou cerca de 12 horas. Segundo a igreja, a contagem é feita a
partir da experiência dos outros anos.

Já a Polícia Militar disse que 1 milhão de pessoas assistiram aos
shows na praça -o cálculo não considera quem seguiu a Marcha.
Segundo a PM, o levantamento é feito com base em fotos tiradas de
helicóptero. Os dados são calculados por um software específico.
O método da polícia consiste em multiplicar a extensão territorial
ocupada pelo chamado "coeficiente de concentração".


Fonte:



A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

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Vivendo entre uma Geração Pervertida e Corrupta III: A Marcha para Jesus (está amadurecendo) discursos contra o Supremo Tribunal Federal, especialmente pela reconhecimento da união civil entre homossexuais e pela liberação da Marcha da Maconha - uma decisão fere o Artigo 226 da Constituição; a outra, o Artigo 287 do Código Penal.

Blog do Reinaldo de Azevedo:

A MARCHA PARA JESUS, A PARADA GAY E OS
MEDOS

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-marcha-para-jesus-a-parada-gay-e-os-medos/

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A Marcha para Jesus, evento convocado por várias denominações
evangélicas e que acontece anualmente em São Paulo, reuniu muita
gente ontem. Os organizadores falaram em 5 milhões. É um possível
exagero. A Polícia Militar, em 1 milhão, mas esse número,
deixou claro, dizia respeito apenas às pessoas que se concentravam na
praça Heróis da FEB, na Zona Norte da cidade, local de chegada
da caminhada. O ponto principal da concentração, a partir das
10h, era a Praça da Luz. Mas havia dezenas deles espalhados no
trajeto.

As ruas foram tomadas por um mar de fiéis. Cinco milhões? É
muito! Um milhão? É pouco! A verdade deve andar aí pela metade
da soma dos dois números (3 milhões?), o que já é algo
fabuloso, sobretudo porque, à diferença de algumas concentrações
festivas ou de apelo carnavalesco, esta congrega pessoas com
convicções religiosas, realmente engajadas na causa.

A Marcha para Jesus acontecia [antigamente] na Avenida Paulista e
adjacências. Dados o número de pessoas e os transtornos óbvios que
ela provocava no trânsito da cidade, as lideranças evangélicas
concordaram com a mudança de lugar. Como Deus, a rigor, não
precisa nem mesmo de um templo, também não precisa da Paulista. A
tal Parada Gay, no entanto, que também reúne milhões (boa parte
de curiosos) e que interfere drasticamente no direito de ir e vir,
continua a ser realizada na avenida. Em nome de Deus, não se pode
parar o trânsito, mas da causa gay, sim, de onde decorre um
corolário: no que concerne ao direito de ir e vir ao menos, a
militância homoafetiva está acima do divino! De saída, uma
questão óbvia: ou a Marcha para Jesus volta para a Paulista, ou a
Parada Gay sai da Paulista. E quem criou essa oposição não fui
eu, mas o poder público. Adiante.

Vocês sabem que o segredo de aborrecer é dizer tudo. Embora, do
Jornal Nacional, tenha sobrado a impressão de que milhões estavam
nas ruas só dando "vivas" a Jesus, a verdade é que o evento se
caracterizou por duros discursos contra o Supremo Tribunal Federal,
especialmente pela reconhecimento da união civil entre homossexuais e
pela liberação da Marcha da Maconha - uma decisão fere o Artigo
226 da Constituição; a outra, o Artigo 287 do Código
Penal.

Informa a Folha:

"O pastor Silas Malafaia, da Assembléia de Deus Vitória em
Cristo, chegou a recomendar aos fiéis que não votem em políticos
que sejam favoráveis à união gay. ‘O POVO EVANGÉLICO
NÃO VAI SER CURRAL ELEITORAL’, disse. ‘SE
GOVERNADOR, PREFEITO OU PRESIDENTE FOR
CONTRA A FAMÍLIA, NÃO TERÁ NOSSO VOTO.’
Para Malafaia, o Supremo ‘RASGOU A
CONSTITUIÇÃO’ AO PERMITIR A UNIÃO
CIVIL ENTRE HOMOSSEXUAIS'. O pastor negou que
seja homofóbico. No Congresso, 71 deputados e três senadores
são ligados a igrejas evangélicas. O Pastor da Igreja Universal,
o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) criticou o
‘ATIVISMO JUDICIAL’ e disse que ‘NÃO É
POSSÍVEL QUE SEIS ILUMINADOS SE
JULGUEM CAPAZES DE DECIDIR POR 200
MILHÕES’.

Aqui só um reparo ao que diz Crivella: os 11 do Supremo têm,
sim, o papel de decidir questões constitucionais que dizem respeito a
200 milhões. O que não podem fazer, aí sim, é atuar contra a
letra da Constituição e dos códigos legais em nome do tal "ativismo
judicial" ou o que seja. Até porque, havendo ativismo judicial de
um lado, é quase certo que algum outro Poder, no caso, o
Congresso, está a padecer de "passivismo legislativo"!

Este Brasil que marchou ontem costuma ser tratado a pontapés na
"imprensa progressista", tanto quanto aquele que marchará depois de
amanhã parece carregar todos os valores do humanismo superior, embora
ninguém tenha dúvida de qual deles está de acordo com os valores da
esmagadora maioria dos brasileiros.


Fonte:



A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

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Vivendo entre uma Geração Pervertida e Corrupta II: STF despreza e rasga a Constituição e os respectivos ministros viram ativistas políticos!

EM SÃO PAULO TRÊS MILHÕES EM MARCHA
ACUSAM STF DE RASGAR A CONSTITUIÇÃO

SENADOR AFIRMA QUE CONGRESSO TEM QUE SE
LEVANTAR CONTRA O ATIVISMO POLÍTICO DO
STF
APRESENTAÇÃO E RESUMO

Uma gigantesca multidão, estimada entre um e cinco milhões de
pessoas, participou nesta quinta feira, dia 23 de junho de
2011, da 19ª edição da Marcha para Jesus, uma das maiores
manifestações religiosas do planeta.

O evento transformou-se em um palco para pesadas críticas ao Supremo
Tribunal Federal.

A imprensa noticiou que os pastores atacaram duramente a decisão do
STF de legalizar a união estável entre pessoas do mesmo sexo, mas
o exame atento das acusações apresentadas revela que o maior problema
denunciado foi a instauração de um golpe à democracia brasileira.
Os juízes querem atribuir-se o direito de legislar, ignorando os
sentidos óbvios da Constituição que deveriam guardar, impondo ao
povo brasileiro aquilo que está sendo preparado por uma agenda
estabelecida por organizações internacionais.

O Pastor Silas Malafaia afirmou contundentemente, sob o aplauso da
enorme multidão:

"O STF RASGOU A CONSTITUIÇÃO QUE, NO
ARTIGO 226, PARÁGRAFO 3º, DIZ
CLARAMENTE QUE UNIÃO ESTÁVEL É ENTRE UM
HOMEM DO GÊNERO MASCULINO E UMA MULHER
DO GÊNERO FEMININO".

O pastor também atacou a decisão do STF de liberar as marchas da
maconha no Brasil:

"AMANHÃ SE ALGUÉM QUISER FAZER UMA
MARCHA EM FAVOR DA PEDOFILIA, DO CRACK
OU DA COCAÍNA VAI PODER FAZER. NÓS, EM
NOME DE DEUS, DIZEMOS NÃO."

O senador Marcelo Crivella, também presente à marcha,
manifestou-se duramente em relação ao STF que, segundo ele,
está agindo politicamente e se imiscuindo em temas que dizem respeito
ao Legislativo:

"O CONGRESSO TEM QUE SE LEVANTAR CONTRA
O ATIVISMO POLÍTICO DO STF. SÓ O
CONGRESSO PODE DETÊ-LOS",

afirmou o senador. Crivella acrescentou que não é possível que onze
juízes, escolhidos apenas por um só homem, queiram legislar no lugar
de centenas de parlamentares, eleitos por duzentos milhões de
brasileiros.

A intenção de legislar do Supremo Tribunal Federal é manifesta e
não é de agora.

Em 2008, durante o julgamento que liberou a destruição de
embriões humanos para pesquisas científicas, o ministro Marco
Aurélio de Melo afirmou, diante das câmaras de televisão, A
SUA ESPERANÇA DE NÃO SE APOSENTAR SEM
QUE O STF TIVESSE LIBERADO NÃO APENAS O
ABORTO PARA OS FETOS PORTADORES DE
ANENCEFALIA, MAS TAMBÉM O ABORTO EM
GERAL, uma prerrogativa que claramente pertence unicamente ao
Poder Legislativo.

Assista no You Tube o impressionante posicionamento do Pastor Silas
Malafaia sobre o rumo dos pronunciamentos do Supremo Tribual
Federal, diante do aplauso entusiástico de mais de um milhão de
pessoas:

http://www.youtube.com/watch?v=DOnW0kOJeW8

Nos últimos dias as igrejas evangélicas têm distribuído diversos
vídeos sobre os novos procedimentos claramente inconstitucionais do
STF.

O Pastor Daniel Sampaio, comentando o reconhecimento da união
homoafetiva como entidade familiar por parte do STF, em vídeo no
You Tube cuja audiência aumenta à razão de dez mil novos acessos
por dia, coloca toda a ênfase do problema, mais do que no próprio
reconhecimento da união homoafetiva, no "ATROPELAMENTO
DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PELO STF",
afirmando que "TUDO FOI PROGRAMADO PELO
GOVERNO FEDERAL" e que, se os evangélicos e o
Congresso Nacional não se posicionarem energicamente, o que
"ESTAMOS ENFRENTANDO É UM GOLPE DE
ESTADO" e o início de "UMA NOVA DITADURA":

"A CASA QUE DEVERIA SER A GUARDIÃ DA
CONSTITUIÇÃO ATROPELA A MESMA
CONSTITUIÇÃO",

afirma o Pastor, ao que ele acrescenta que "A INICIATIVA
PARTIU DO PRÓPRIO GOVERNO FEDERAL, VIA
PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA".

"SE O STF FOSSE UMA ENTIDADE SÉRIA",

continua o pregador, deveria ter declarado ser

"INCAPAZ DE JULGAR O TEMA, UMA VEZ QUE A
CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA AFIRMA QUE,
PARA EFEITO DE PROTEÇÃO DO ESTADO, É
RECONHECIDA A UNIÃO ESTÁVEL DO HOMEM E
DA MULHER COMO ENTIDADE FAMILIAR E,
PORTANTO, PARA ANALISAR O QUE A
PROCURADORIA PEDE, SERIA NECESSÁRIO
ANTES MUDAR A CONSTITUIÇÃO".

O Pastor Daniel conclui:

"SE O GUARDIÃO DA CONSTITUIÇÃO
ATROPELA A CONSTITUIÇÃO, O QUE ESPERAR
DE NOSSA NAÇÃO? O QUE ACONTECEU ESTA
SEMANA FOI UM GOLPE DE ESTADO, HOUVE UM
ATROPELO À CONSTITUIÇÃO FEDERAL, O STF
INTRODUZIU A DESOBEDIÊNCIA CIVIL. A
CONSTITUIÇÃO DIZ QUE UMA ENTIDADE
FAMILIAR É UMA UNIÃO ESTÁVEL ENTRE UM
HOMEM E UMA MULHER. SE O GUARDIÃO DA
CONSTITUIÇÃO ABRE BRECHA EM RELAÇÃO A
ISSO, ENTÃO QUALQUER COISA PODE SER
FEITA NESTA NAÇÃO".

Na segunda parte do vídeo o pastor, citando outros fatos menos
conhecidos pelo público, afirma que,

"TUDO FOI, NA REALIDADE, PROGRAMADO
PELO GOVERNO FEDERAL".

"SE O SUPREMO PODE APROVAR ESTA LEI,
ENTÃO O GOVERNO TAMBÉM PODE APROVAR O
ABORTO. QUALQUER COISA QUE O GOVERNO
QUISER APROVAR NÃO PRECISARÁ PASSAR
PELA CASA DO LEGISLATIVO".

"PORTANTO EU PERGUNTO AOS DEPUTADOS
QUE ESTÃO ME OUVINDO: OS SENHORES IRÃO
ACEITAR ISSO? PARA QUE EXISTE O
LEGISLATIVO? NÃO É A CASA DAS LEIS?
ENTÃO AGORA O GOVERNO VAI PASSAR PELOS
SENHORES E APROVAR AS LEIS VIA
JUDICIÁRIO?"

"O JUDICIÁRIO TEM QUE FAZER CUMPRIR AS
LEIS QUE SÃO APROVADAS NO LEGISLATIVO E
SANCIONADAS PELO EXECUTIVO".

"IRMÃOS, NÓS ESTAMOS ENFRENTANDO NO
BRASIL UMA DITADURA. ISTO É UM GOLPE.
AVILTARAM A CONSTITUIÇÃO FEDERAL. QUEM
DEVERIA DEFENDER A CONSTITUIÇÃO ESTÁ
PASSANDO POR CIMA DELA. E O PIOR DE
TUDO: A IMPRENSA APLAUDINDO, A ORDEM
DOS ADVOGADOS DO BRASIL APLAUDINDO.
PARECE QUE ESTÃO TODOS CEGOS. O QUE
ESPERAR MAIS DISSO?"

"ESTA SEMANA FIQUEI COM VERGONHA DE TER
NASCIDO NESTE PAÍS. SENTI VERGONHA
PORQUE ME SENTI ULTRAJADO NO MEU
DIREITO. PASSARAM POR CIMA DA
CONSTITUIÇÃO. OS SENHORES MINISTROS
DEVERIAM DEFENDER A CONSTITUIÇÃO ASSIM
COMO EU ESTOU AQUI PARA DEFENDER A
PALAVRA DE DEUS".

http://www.youtube.com/watch?v=WIf1-qsVQ7g&feature=youtube_gdata_player


Fonte:



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Vivendo entre uma Geração Pervertida e Corrupta I: IGREJA ATACA UNIÃO GAY

IGREJA ATACA UNIÃO GAY

http://primeiraedicao.com.br/noticia/2011/06/24/igreja-ataca-uniao-gay

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A ‘união conjugal’ de pessoas do mesmo sexo tem pela frente uma
adversária de peso: a igreja. Não apenas a principal delas, a
Católica, mas as evangélicas em geral.

Nesta quinta-feira, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de
Deus, atacou duramente a união gay a falar para cerca de um milhão e
500 mil pessoas em São Paulo.

Durante a tradicional Marcha por Jesus (realizada três dias antes
da Parada Gay) gritou Malafaia:

"O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL RASGOU A
CONSTITUIÇÃO QUE, NO ARTIGO 226,
PARÁGRAFO 3º, DIZ CLARAMENTE QUE UNIÃO
ESTÁVEL É ENTRE UM HOMEM DO GÊNERO
MASCULINO E UMA MULHER DO GÊNERO
FEMININO. UNIÃO HOMOSSEXUAL UMA
VÍRGULA".

O discurso do líder da Assembleia de Deus foi feito para a multidão
concentrada na Praça Heróis da Força Expedicionária
Brasileira, na zona norte de São Paulo. Ele estava ao lado do
prefeito Gilberto Kassab, que se manteve discreto.

O pastor disse:

"QUEREM COLOCAR UMA MORDAÇA EM NOSSA
BOCA. NÃO! MIL VEZES NÃO!"

Enquanto a multidão demonstrava apoio repetindo "NÃO, MIL
VEZES NÃO" com palmas e acenos de mão, Kassab preferiu a
discrição, citando a importância do evento para a cidade. Depois,
disse aos jornalistas que todos têm direito de expressar suas
opiniões. Tanto a Marcha para Jesus quanto a Parada Gay, que
ocorre no domingo, têm apoio da Prefeitura e fazem parte do
calendário de eventos da cidade.

Regada a água, refrigerante e suco, a Marcha começou pontualmente
às 10h. A caminhada teve início na Avenida Tiradentes, próximo
à Estação Luz do Metrô. Antes, a multidão já lotava
estações e vagões dos trens do Metrô. Idosos, jovens, casais e
muitas crianças cantavam e dançavam músicas evangélicas nos estilos
pop, axé, infantil e hip-hop que tocavam em nove trios elétricos.

No caminho, ambulantes vendiam de tudo, enos bebida alcoólica.
"Evangélico não toma cerveja. Bebida alcoólica a gente está
guardando para vender na Parada Gay", disse um camelô, que não
quis se identificar.

Fonte:

A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

O que é STF - Supremo Tribunal Federal na prática?

A Constituição é apenas um papel sem valor, dentro da ideologia do Partido-Estado e das agendinhas de ONG's e "movimentos sociais" controlados pelo petismo. Só no resta mesmo Deus e a boa ação dos homens de boa vontade para confiar. E estes são cada vez mais escassos!
Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2011/06/corrupcao-moral-etica-e-juridica-do-stf.html


STF escritório de advocacia do PT, transmutado em toga! Na verdade, o STF está próximo de um tribunal de exceção, de um comitê revolucionário, sendo governado sob as ordens de um partido comunista.
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Supremo Tribunal Federal! É, talvez, o pior dos poderes a quem confiar, já que é uma instituição visivelmente aparelhada e que atualmente se coloca acima da Constituição.
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Ayres Britto, dublê de poeta e juiz do STF, acha que é injusto "crucificar o Supremo".
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Os cristãos desta nação, que agora, através da legislação"anti-homofobia", podem ir pra cadeia. Falar mal de homossexuais ou defender a religião também não vale. O que vale mesmo é pregar todo tipo de perversão, antinomia, inversão de valores, com a obrigação dos homens sérios de ficarem calados. Tal é o estado de suprema paranóia da magistratura!
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Última trapalhada do Supremo: permitir a tal "Marcha da Maconha". Apologia ao crime tem irrestrito apoio dos ministros. Tudo em nome da "liberdade de expressão". A legislação penal, naturalmente, não vale. Pode-se fazer apologia das drogas à vontade, difundi-las, apregoar seu consumo desenfreado, para a destruição da juventude e da família brasileira.
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O Brasil só consegue ser "soberano" para defender picaretas e criminosos.
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Estranha desproporção: o governo que dá asilo político a criminosos e expulsa homens de bem de suas terras é o mesmo que deporta inocentes, a pedido de uma ditadura assassina. Tudo sob a vista grossa dos ministros do STF, supostamente a "guardiã" da Constituição.
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Lembremos da ficha suja de Tarso Genro, o ex-ministro da justiça que usou da força arbitrária da Polícia Federal para expulsar atletas cubanos que fugiam da tirania de Fidel Castro ou para expulsar os arrozeiros de Raposa Serra do Sol, em Roraima. Pois bem: o ex-ministro e atual governador do Rio Grande do Sul deu status de asilo político ao bandido italiano, criando uma situação constrangedora para o STF. E renegando sua decisão anterior, o Supremo simplesmente voltou atrás, soltando Batistti e agindo como uma espécie de lacaio dos petistas.
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Se o STF destrói a soberania e rasga a Constituição para defender a agendinha gay, por outro lado, permite a criação de atritos diplomáticos com outros países, tal como a democracia da Itália. No geral, o STF colabora, junto com o PT, na transformação do Brasil num covil de terroristas e bandidos de outros países.
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http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2011/06/corrupcao-moral-etica-e-juridica-do-stf.html


O STF já se tornou lendário em colecionar outras pérolas. Foi por intermédio dessa corja suprema é que se permitiu a permanência do assassino foragido da justiça italiana Cesare Batistti.
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http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2011/06/corrupcao-moral-etica-e-juridica-do-stf.html


As ONG's já estão dando o recado, junto com o STF: o legislativo e a opinião do povo não interessam. Não são competentes para legislar. Quem faz isso é uma minoria escusa, que despreza a vontade popular, junto com juízes presunçosos, que se acham acima de todos os poderes constituídos da república. Salvo, é claro, quando essa vontade popular se torna a vontade do partido-Estado petista.
Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2011/06/corrupcao-moral-etica-e-juridica-do-stf.html


basta que um grupo minoritariamente organizado, mas com milhões de dólares injetados por fundações estrangeiras e pelo próprio governo federal, além de possuir forte influência midiática e política, tenha o poder de pressionar o judiciário para que ele se torne o poder legislativo por excelência, acima dos valores e dos interesses das instituições democráticas legalmente competentes para tal fim.
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Como a maioria do povo é "ignorante", "preconceituosa" e "cristã", deve-se ignorá-la solenemente em nome de grupos e idéias "progressistas".
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A legitimação da união estável de homossexuais, mais uma vez, não poupou a Constituição Federal.
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O Supremo, ao agir como poder constituinte e invadindo a esfera legislativa do Congresso Nacional, modificou radicalmente um dispositivo constitucional, a revelia de toda uma legislação constituída, que afirmava justamente o contrário. Neste aspecto, a canalhice não teve fim. Os militantes do movimento gay e seus sequazes juristas defendiam a reformulação do Supremo embasada na ideia de que o Congresso Nacional e o próprio povo responsáveis pela consecução das leis não seriam partes interessadas na mudança da legislação em favor das minorias.
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A desastrosa decisão do STF sobre os destinos da região de Raposa Serra do Sol, arruinando a vida de milhares de agricultores de Roraima e expulsando-os para as favelas da capital, Boa Vista, além da entrega de uma parte da nossa soberania nacional às ONG's indigenistas, já era motivo de sobra para defenestrar todo esse corpo de ministros despreparados.
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A decisão do STF foi literalmente criminosa, delinquente, porque foi realizada ao arrepio da segurança jurídica e embasada num relatório fraudulento de antropólogos vigaristas da FUNAI.
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Se o povo não pode confiar no Congresso, no executivo e apela ao judiciário, é sinal de que as coisas vão de mal a pior. E mais, nem no judiciário há de confiar, conforme se revelam os fatos óbvios. O STF, junto com o governo federal, é uma das maiores ameaças à democracia atual. Exemplos não faltam.
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As altas instâncias do STF já estão dominadas. Basta ver quem está na lista dos ministros indicados pelo governo, para perceber que um escritório de advocacia do PT e o STF é a mesma coisa. Resta saber quem poderemos confiar além do STF. Talvez só Deus no reste. No entanto, o STF brinca de Deus, tal como o governo federal.
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O PT, fundamentalmente, não quer apenas cargos públicos. Não quer apenas inchar uma burocracia. Não quer apenas dinheiro público. Fundamentalmente, o PT quer o poder absoluto e ilimitado. Quer, em suma, implantar o totalitarismo no país.
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Por onde saem os projetos esquerdistas de controle estatal cada vez maior da economia, da cultura, do pensamento e da sociedade política?
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Onde surgem todas as agendas totalitárias e politicamente corretas que hoje idiotizam o país?
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Basta ver quem está na lista dos ministros indicados pelo governo, para perceber que um escritório de advocacia do PT e o STF é a mesma coisa.
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Corrupção Moral, Ética e Jurídica do STF - "O Supremo Tribunal de Exceção Petista" - (Nota deste blogger)
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Corrupção Moral, Ética e Jurídica do STF - "O Supremo Tribunal de Exceção Petista" - (Nota deste blogger)

O Supremo Tribunal de Exceção Petista por LEONARDO BRUNO

22 JUNHO 2011
 
GOVERNO DO PT
 
Basta ver quem está na lista dos ministros indicados pelo governo, para perceber que um escritório de advocacia do PT e o STF é a mesma coisa.O senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás, deu uma entrevista a Revista Veja, datada de 05 de junho de 2011, onde revela certa lucidez em alguns pontos de vista. Reconhece a carência da oposição, o viés autoritário do governo petista e a covardia dos partidos conservadores em se assumirem como tais, temerosos com a popularidade fabricada pelo governo Lula.
 
No entanto, percebo nele uma deficiência de perspectiva. Aliás, é o mal dos políticos, mesmo os cheios de boas intenções. Demóstenes, como muitos políticos de oposição, carece de uma visão de conjunto da realidade política.
 
Ainda que estivesse correto em relação às falhas da oposição e a tentativa de aparelhamento do Estado, ele ainda não percebe que as intenções do governo são muito mais ambiciosas do que mero aparelhamento do Estado, disputa de cargos públicos ou inchaço governamental.
 
Seria difícil convencer a um político experiente, acostumado aos bastidores do Congresso Nacional, de que há grupos políticos muito mais pretensiosos na modificação radical da sociedade civil e política. Muitas vezes os políticos, acostumados às visões práticas do cotidiano, não percebem que há projetos mirabolantes de poder que vão muito mais além de suas próprias ambições. Projetos que são elaborados bem além das assessorias ou sedes de partidos democráticos, através de grupos militantes de cunho radical e muitas vezes secreto.
 
No silencioso laboratório dos engenheiros sociais e no lado oculto de grupos revolucionários e subversivos, formam-se as idéias de sujeição da sociedade civil e estabelecimento de um sistema político destruidor das liberdades.
 
Será que alguém, incluso o senador, se pergunta de onde surgem todas as agendas totalitárias e politicamente corretas que hoje idiotizam o país?
 
Por onde saem os projetos esquerdistas de controle estatal cada vez maior da economia, da cultura, do pensamento e da sociedade política?
 
É ingênuo achar que os petistas são arautos da velha corrupção que é lugar-comum do país. O PT, fundamentalmente, não quer apenas cargos públicos. Não quer apenas inchar uma burocracia. Não quer apenas dinheiro público. Fundamentalmente, o PT quer o poder absoluto e ilimitado. Quer, em suma, implantar o totalitarismo no país.
 
É muito mais abrangente: o projeto totalitário tomará conta não só do Brasil, como de toda a América Latina.Essa percepção só é válida se alguém obsevar o todo, o conjunto, a trajetória do PT na ideologia e nos esquemas de poder que construiu durante mais de 30 anos de vida política.
 
E isso implica um estudo de campo, observando quais são as idéias, as alianças, os tipos humanos e os métodos de se fazer política desse partido. E ao que se revela, ninguém aprendeu muito com o que ocorre no país atualmente.
 
Com a exceção de algumas opiniões isoladas na internet, nos jornais e revistas, as políticas petistas passam incólumes para a opinião pública, demasiado tola ou cúmplice para entender por qual caminho o país está sendo levado.
 
O príncipe Dom Bertrand de Orleáns e Bragança, em uma feliz reportagem, disse que o Brasil está sendo levado aonde não quer. Nisto ele tem razão. O problema é que o grosso do país ainda insiste em ignorar para onde está sendo levado. Não consegue ver. Ou se nega ver.
 
Neste ínterim, o senador Demóstenes, reconhecendo, ainda que fragmentariamente, essa expansão do Estado-partido na vida civil, toca no assunto em voga, que é a atuação do STF.
 
Na entrevista à Revista Veja, ele diz que só nos resta confiar no Supremo do país, na carência de confiança no resto. E neste ponto, mais uma vez aqui ele se equivoca. As altas instâncias do STF já estão dominadas.
 
Basta ver quem está na lista dos ministros indicados pelo governo, para perceber que um escritório de advocacia do PT e o STF é a mesma coisa. Resta saber quem poderemos confiar além do STF. Talvez só Deus no reste. No entanto, o STF brinca de Deus, tal como o governo federal.
 
A alegação do ilustre senador, muito antes de denotar confiabilidade, é a comprovação do mais espantoso fracasso da democracia brasileira. Se o povo não pode confiar no Congresso, no executivo e apela ao judiciário, é sinal de que as coisas vão de mal a pior. E mais, nem no judiciário há de confiar, conforme se revelam os fatos óbvios.
 
O STF, junto com o governo federal, é uma das maiores ameaças à democracia atual. Exemplos não faltam.
 
A desastrosa decisão do STF sobre os destinos da região de Raposa Serra do Sol, arruinando a vida de milhares de agricultores de Roraima e expulsando-os para as favelas da capital, Boa Vista, além da entrega de uma parte da nossa soberania nacional às ONG's indigenistas, já era motivo de sobra para defenestrar todo esse corpo de ministros despreparados.
 
A decisão do STF foi literalmente criminosa, delinquente, porque foi realizada ao arrepio da segurança jurídica e embasada num relatório fraudulento de antropólogos vigaristas da FUNAI.
 
Ninguém vai pagar o enorme preço em prejuízos dos agricultores jogados na mais extrema miséria, nem a ruína de uma parte significativa da economia de um estado da federação. Ao contrário, quem pagará é o cidadão brasileiro que perdeu suas terras e o direito de viver em qualquer parte do território nacional, como elemento principal de uma nação soberana.
 
A Constituição foi rasgada no seu elemento basilar, que é o da legitimação do poder do Estado brasileiro e de seus cidadãos sobre seu chão que é por direito. Sob o beneplácito dos ministros do Supremo, o Conselho Indigenista Missionário e a Fundação Ford mandam e desmandam no território nacional. E a polícia federal serviu para expulsar os nacionais de suas terras, como se fossem bandoleiros e invasores de seu próprio território!
 
Se o STF gerou um precedente jurídico, foi o da negação da soberania nacional e dos direitos elementares dos brasileiros sobre seu próprio país. A população foi expulsa e suas propriedades roubadas!
 
E o Estado se tornou um inimigo de seus cidadãos!
 
Todavia, essa atitude ignominiosa não se limita a isso.
 
A legitimação da união estável de homossexuais, mais uma vez, não poupou a Constituição Federal.
 
O Supremo, ao agir como poder constituinte e invadindo a esfera legislativa do Congresso Nacional, modificou radicalmente um dispositivo constitucional, a revelia de toda uma legislação constituída, que afirmava justamente o contrário. Neste aspecto, a canalhice não teve fim. Os militantes do movimento gay e seus sequazes juristas defendiam a reformulação do Supremo embasada na ideia de que o Congresso Nacional e o próprio povo responsáveis pela consecução das leis não seriam partes interessadas na mudança da legislação em favor das minorias.
 
Como a maioria do povo é "ignorante", "preconceituosa" e "cristã", deve-se ignorá-la solenemente em nome de grupos e idéias "progressistas".
 
Em outras palavras, basta que um grupo minoritariamente organizado, mas com milhões de dólares injetados por fundações estrangeiras e pelo próprio governo federal, além de possuir forte influência midiática e política, tenha o poder de pressionar o judiciário para que ele se torne o poder legislativo por excelência, acima dos valores e dos interesses das instituições democráticas legalmente competentes para tal fim.
 
As ONG's já estão dando o recado, junto com o STF: o legislativo e a opinião do povo não interessam. Não são competentes para legislar. Quem faz isso é uma minoria escusa, que despreza a vontade popular, junto com juízes presunçosos, que se acham acima de todos os poderes constituídos da república. Salvo, é claro, quando essa vontade popular se torna a vontade do partido-Estado petista.
 
O ódio à democracia está mais explícito do que nunca. É espantoso que escutemos isso da boca de juristas, advogados e juízes, pretensos ativistas sociais "democráticos", essa pecha de que são mais iluminados do que o povo.
 
Naturalmente essa camarilha esquerdista tem um conceito muito particular de"democracia".O STF já se tornou lendário em colecionar outras pérolas. Foi por intermédio dessa corja suprema é que se permitiu a permanência do assassino foragido da justiça italiana Cesare Batistti.
 
Se o STF destrói a soberania e rasga a Constituição para defender a agendinha gay, por outro lado, permite a criação de atritos diplomáticos com outros países, tal como a democracia da Itália. No geral, o STF colabora, junto com o PT, na transformação do Brasil num covil de terroristas e bandidos de outros países.
 
É, no mínimo, paradoxal. O STF julga o caso e permite a extradição do delinquente. No entanto, criando um precedente incomum, recusa-se a direcionar o caso e passa o direito de decisão ao ex-presidente Lula, criatura interessada no imbróglio, já que o próprio era um adulador desse tipinho terrorista de esquerda.
 
Lembremos da ficha suja de Tarso Genro, o ex-ministro da justiça que usou da força arbitrária da Polícia Federal para expulsar atletas cubanos que fugiam da tirania de Fidel Castro ou para expulsar os arrozeiros de Raposa Serra do Sol, em Roraima. Pois bem: o ex-ministro e atual governador do Rio Grande do Sul deu status de asilo político ao bandido italiano, criando uma situação constrangedora para o STF. E renegando sua decisão anterior, o Supremo simplesmente voltou atrás, soltando Batistti e agindo como uma espécie de lacaio dos petistas.
 
Estranha desproporção: o governo que dá asilo político a criminosos e expulsa homens de bem de suas terras é o mesmo que deporta inocentes, a pedido de uma ditadura assassina. Tudo sob a vista grossa dos ministros do STF, supostamente a "guardiã" da Constituição. E ainda tem gente que afirma que o Brasil agiu "soberanamente" ao defender um meliante de extrema-esquerda.
 
O Brasil só consegue ser "soberano" para defender picaretas e criminosos.
 
Claro que isso não conta quando a relação é o cidadão comum. Estes podem ser humilhados por ONG's, por republiquetas latino-americanas e até pelo próprio governo federal, cúmplice desses cretinos.
 
E a última trapalhada do Supremo: permitir a tal "Marcha da Maconha". Apologia ao crime tem irrestrito apoio dos ministros. Tudo em nome da "liberdade de expressão". A legislação penal, naturalmente, não vale. Pode-se fazer apologia das drogas à vontade, difundi-las, apregoar seu consumo desenfreado, para a destruição da juventude e da família brasileira.
 
A recíproca não é verdadeira com os cristãos desta nação, que agora, através da legislação"anti-homofobia", podem ir pra cadeia. Falar mal de homossexuais ou defender a religião também não vale.
 
O que vale mesmo é pregar todo tipo de perversão, antinomia, inversão de valores, com a obrigação dos homens sérios de ficarem calados. Tal é o estado de suprema paranóia da magistratura!
 
Ayres Britto, dublê de poeta e juiz do STF, acha que é injusto "crucificar o Supremo". O arauto do "plus sexual" não tem senso das proporções e do ridículo. Quem está sendo crucificada com essa turminha magistrada de suprema imbecilidade é a Constituição, a legislação, a segurança jurídica, a democracia e a dignidade do país! Pobre desta nação.
 
Se um senador conservador acha que podemos apelar ao Supremo, pela falta de confiabilidade do resto, nem o Supremo nos salva! É, talvez, o pior dos poderes a quem confiar, já que é uma instituição visivelmente aparelhada e que atualmente se coloca acima da Constituição. A não ser que o Sr. Demóstenes confie no escritório de advocacia do PT, transmutado em toga!
 
Na verdade, o STF está próximo de um tribunal de exceção, de um comitê revolucionário, sendo governado sob as ordens de um partido comunista.
 
Neste ponto, a Constituição é apenas um papel sem valor, dentro da ideologia do Partido-Estado e das agendinhas de ONG's e "movimentos sociais" controlados pelo petismo. Só no resta mesmo Deus e a boa ação dos homens de boa vontade para confiar. E estes são cada vez mais escassos!
 
Fonte: Mídia Sem Máscara
 
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No Rio de Janeiro (uma cópia aproximada do Brasil) - BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida; Bombeiro R$ 960,00 Para salvar vidas; Professor R$ 728,00 para preparar para a vida; Médico R$ 1.260,00 para manter a vida; E o deputado federal? Ganha R$ 26.700,00 para ??? a vida dos outros!

No Rio de Janeiro (uma cópia aproximada do Brasil) - BOPE R$ 2.260,00 Para arriscar a vida; Bombeiro R$ 960,00 Para salvar vidas; Professor R$ 728,00 para preparar para a vida; Médico R$ 1.260,00 para manter a vida; E o deputado federal? Ganha R$ 26.700,00 para ??? a vida dos outros!

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

GILBERTO DIMENSTEIN, Jornalista e Colunista da FOLHA.COM / UOL ridiculariza os evangélicos, mostrando acima de tudo preconceito, profunda superficialidade e desconhecimento das grandes libertações e transformações na vida de milhões e bilhões de seres humanos através de JESUS CRISTO. - (Quem estimula a imoralidade não têm O MELHOR CONTEÚDO)

GILBERTO DIMENSTEIN, Jornalista e Colunista da FOLHA.COM / UOL  ridiculariza os evangélicos, mostrando acima de tudo preconceito, profunda superficialidade e desconhecimento das grandes libertações e transformações na vida de milhões e bilhões de seres humanos através de JESUS CRISTO.

Temos no ser artigo: "São Paulo é mais gay ou evangélica?" - exemplo de um texto jornalístico militante e ideologicamente pró-gay, alicerçado em uma filosofia naturalista com seus desdobramentos marxista-cultural-relativista com uma perspectiva epistêmica depravada da moral e um ethos-ontologicamente materialista. Temos uma absolutização modal em seus comentários. RESUMIDO: um reducionismo jornalistíco da existência e epistemologia dos evangélicos.
 
Não recomendamos nenhum livro de GILBERTO DIMENSTEIN, a sua retirada de todas as livrarias e bibliotecas evangélicas, por causa de sua perspectiva reducianista e materialista.

Não recomentamos nenhum voto na esquerda política; orações e ações na elaboração de um partido político com fundamentos teóricos na  ciência política e filosófica reformada e calvinista; protestante contra a mentalidade e ação política naturalista através do aborto, legalização das drogas, a tentativa de destruição do padrão de homem e mulher, ridicularização do casamento, a petrificação de "direitos humanos confusos e relativistas" diante dos "DEVERES HUMANOS" conforme os princípios e alicerces de qualquer sociedade civilizada e próspera realmente: os princípios universais do cristinianismo na política, na economia, na sociedade e no direito verdadeiro! 

Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com/

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São Paulo é mais gay ou evangélica? por Gilberto Dimenstein


Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da ideia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.

Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.

Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.

Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários. Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança. Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertas com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.

Nada contra --muito pelo contrário-- o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.

Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.

Gilberto Dimenstein, 53 anos, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha.com às segundas-feiras.

E-mail: palavradoleitor@uol.com.br  - Leia as colunas anteriores Leia as colunas publicadas na Folha Comentar esta reportagemVer todos os comentários (252)

A irresistível marcha pela legalização das drogas

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/934389-sao-paulo-e-mais-gay-ou-evangelica.shtml


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Corrupção e Imoralidade na Imprensa Brasileira - Folha.com + Bol + Uol (Grupo Folha de São Paulo) - Estimulando e Detonando os Valores e os Bons Costumes na Sociedade! "Tchecas do 'Pânico' dizem que se beijaram em ensaio para a 'Playboy'" - (Quem estimula a imoralidade não têm O MELHOR CONTEÚDO)


Este tópico não terá fim...Estaremos dentro do possível acrescentando as Manchetes que Estimula e Detona os Valores e os Bons Costumes dos principais meios de comunicação no Brasil:

Temos abaixo uma matéria da FOLHA.COM, reproduzido no BOL, incentivando a corrupção-imoralidade em nome do "entretenimento"

Entretenimento - 22/06/2011 - 07h07 - da Folha.com

Qual é a contribuição moral e social de saber que as "Tchecas do 'Pânico' dizem que se beijaram em ensaio para a 'Playboy'"?

- Uma matéria que não edifica, não constrói, não forma, não educa, não ajuda, não fortalece:
   - a nossa mente;
   - a nossa família;
   - os nossos filhos;
   - a postura por uma vida de santidade e integridade nas relações morais, éticas e sociais;
   - fortalece a pedofilia;
   - fortalece a corrupção moral, social e política;
   - fortalece a prostituição e todas as suas consequências e frutos;
   - fortalece a formação de adolescentes depravados e seres humanos desequilibrados em domínio próprio de seus desejos sexuais;
   - fortalece a cultura esquerdista e progressista liberalizante anti-conservadora;
   - fortalece a visão reducionista e epistemológica do materialismo, evolucionismo, niilismo e existencialismo da vida;
   - fortalece a visão anti-cristã da moral, ética e santidade de vida.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2011/06/22/tchecas-do-panico-na-tv-falam-sobre-playboy-em-entrevista.jhtm

22/06/2011 - 07h07


Tchecas do 'Pânico' dizem que se beijaram em ensaio para a 'Playboy'
 
22/06/2011 - 07h07

da Folha.com

por ELISANGELA ROXO 
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/932972-tchecas-do-panico-dizem-que-se-beijaram-em-ensaio-para-a-playboy-veja.shtml


OBSERVAÇÃO: NÃO ACESSAMOS O VÍDEO ANEXO E NEM PRECISA ACESSAR PARA SABER A CORRUPÇÃO MORAL EMBUTIDA, E TAMBÉM, PARA NÃO COMETERMOS O PECADO DE IMPUREZA E COMO PROTESTANTE CALVINISTA, PROTESTO CONTRA ESTA MATÉRIA QUE AFETAM PRINCIPALMENTE AS NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUE USAM A INTERNET PARA PESQUISAR E ESTUDAR, ESTIMULANDO A DEGRADAÇÃO DA INATA NATUREZA DEPRAVADA HUMANA.

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/


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terça-feira, 21 de junho de 2011

Oração, Intercessão e defesa do Juiz Jeronymo Pedro Villas Boas que "anulou a decisão inconstitucional do STF em favor de casamento entre gay".

Em 21/06/2011 09:12, Eduardo Morais Lima Melo edugeopro@gmail.com ; escreveu:

Caros amigos, escrevam em defesa do Juiz Jeronymo Pedro Villas Boas que anulou a decisão inconstitucional do STF em favor de casamento entre gay.

Apoie-o porque é ele que está colocando a cara a tapa e correndo o risco d perder o emprego, enquanto nós cristãos, que sofreremos com estas aberrações nao estamos fazendo nada.

Para enviar seu apoio ao juiz Jerônymo Pedro Villas Boas:

Email: ouvidoria@tjgo.jus.br

Contato pelo site: http://www.tjgo.jus.br/ouvidoria/externo/cadastro.do

Tel.: (62) 3216-2349
Telefone gratuito: 0800-648-6464

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Envie também no site do Itamaraty http://www.itamaraty.gov.br/ e dpois FALE COM MINISTRO e o defenda!

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Envie tbm para o Governo:
https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php

domingo, 19 de junho de 2011

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.



Matéria postada no site http://fenasp.com/site/
Divulgação: http://direitoreformacional.blogspot.com e http://luis-cavalcante.blogspot.com

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com/2011/06/condenamos-atitude-do-professor-e.html

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, mostra que há esperança para o STF se recuperar da sua imoralidade: "Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás"

O primeiro casal gay de Goiânia a registrar sua união depois da decisão de reconhecimento do STF (Supremo Tribunal Federal) perdeu o direito de permanecer em união estável. O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, cancelou de ofício (ou seja, sem nenhum pedido) o contrato.

O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal. O artigo 226 traz em seu texto que, “para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão”. Esta seria a norma que o juiz entendeu inviolável.

A decisão que cancelou o contrato também determinou a comunicação a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos e do Registro Civil da comarca de Goiânia para que nenhum deles faça a escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Segundo a ordem, só terá validade o ato entre pessoas do mesmo sexo se houver decisão judicial prévia.

O casal Liorcino Mendes e Odílio Torres registrou a união em 9 de maio. Procurados pelo UOL Notícias para comentar a decisão judicial, eles afirmaram que foi uma medida escandalosamente ilegal e desrespeitosa. “O Poder Judiciário não pode criar um ambiente de insegurança jurídica no país. E mais do que isso: não podemos aceitar que cidadãos homossexuais paguem impostos e altos salários de juízes para que estes, de forma discriminatória e preconceituosa, desrespeitem até as decisões da maior Corte do país.”

Documento ao CNJ

Mendes, que é jornalista e bacharel em direito, encaminhou um documento ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Em um dos trechos, afirmou que a união foi um dos momentos de maior felicidade da vida do casal. “Nos sentimos como pessoas dignas de direitos e não mais cidadãos de segunda categoria, onde éramos obrigados apenas a cumprir deveres como pagar impostos, votar, mas sempre tendo nossos direitos como pessoas naturais negados.”

Mendes utiliza várias normas jurídicas para fundamentar o pedido e contestar a decisão do juiz, que, segundo ele, não poderia proferir uma decisão como esta. E pede ao ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ, que o conselho mova uma ação para pedir o afastamento imediato do juiz, e manter a união.
Na próxima segunda-feira (20), o casal vai pedir ajuda à comissão da diversidade sexual da OAB de Goiás, ao Conselho Nacional de Justiça e a Corregedoria do Tribunal de Justiça de Goiás, para que sejam garantidos os direitos adquiridos.

“Este foi o maior momento de frustração em nossas vidas. Um sentimento de descrédito sobre as instituições públicas, sobre a Justiça do nosso Estado”, finalizou Mendes.

Matéria na íntegra: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/06/19/mesmo-com-decisao-do-stf-casal-gay-tem-uniao-estavel-cancelada-em-goias.jhtm

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

STF: Juízes Imorais, adeptos da Hermenêutica Relativista e Sodomita, promotores do Fundamentalismo Laicista decide que ato por legalização de drogas é liberdade de expressão e libera Marcha da Maconha, só falta legalizar a Pedofilia como liberdade de expressão...

STF: Juízes Imorais, adeptos da Hermenêutica Relativista e Sodomita, promotores do Fundamentalismo Laicista decide que ato por legalização de drogas é liberdade de expressão e libera Marcha da Maconha, só falta legalizar a Pedofilia como liberdade de expressão...


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STF decide que ato por legalização de drogas é liberdade de expressão e libera Marcha da Maconha

Fábio Brandt
Do UOL Notícias
Em Brasília


Confira trechos do julgamento

Ministros brincam com termo "baseado"

Polícia deve proteger manifestantes, diz relator

Procuradora cita FHC para defender marcha

Os oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que participaram do julgamento desta quarta-feira (15) foram unânimes em liberar as manifestações pela legalização das drogas, como a Marcha da Maconha, no Brasil. Eles consideraram que as manifestações são um exercício da liberdade de expressão e não apologia ao crime, como argumentavam juízes que já proibiram a marcha anteriormente.

O relator do caso, ministro Celso de Mello, afirmou que a manifestação pública não pode ser confundida com crime previsto no Código Penal. “Marcha da Maconha é expressão concreta do exercício legítimo da liberdade de reunião”, afirmou.

Estava em debate uma ação em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedia a liberação das manifestações. Votaram junto com o relator os ministros Luiz Fux, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Ellen Gracie, Marco Aurélio e o presidente do tribunal, Cezar Peluso. Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes faltaram à sessão. Dias Toffolli se declarou impedido de votar.

Para se definir a favor da Marcha da Maconha, o ministro Celso de Mello considerou que a Constituição "assegura a todos o direito de livremente externar suas posições, ainda que em franca oposição à vontade de grupos majoritários”. Mello também classificou como “insuprimível” o direito dos cidadãos de protestarem, de se reunirem e de emitirem opinião em público, desde que pacificamente.

Ele culpou decisões desencontradas adotadas pela Justiça em diferentes cidades do país pela violência usada pela polícia contra manifestantes. “O Estado deve proteger os participantes [de reuniões garantidas pela Constituição] de tentativas de agressão por parte oficial ou não.”

Segundo o relator, é livre a todos a associação e a manifestação de pensamento sem uso de armas, seja qual for o assunto. Ele citou o caso do grupo musical Planet Hemp, que chegou a ser preso por causa de letras de músicas que citavam a maconha. “[A atuação policial neste caso] é uma intromissão brutal na produção intelectual e artística”, declarou o ministro.

Em seu voto, Luiz Fux observou que a organização deve avisar as autoridades públicas da data e hora de realização da marcha com antecedência. Além disso, Fux disse que, para estar dentro da lei, o ato deve ser pacífico e sem armas, não pode incentivar o uso de entorpecentes e, de modo algum, deve ter participantes consumindo drogas durante sua realização.

Ao defender seu voto, Cármem Lúcia se disse integralmente de acordo com o voto do relator. Ela lembrou do período da ditadura militar (1964-1985) em que reuniões públicas eram proibidas e reprimidas e afirmou que a democracia “é generosa exatamente porque [nela] há liberdade de pensamentos”.

O ministro Ricardo Lewandowiski, que também seguiu o relator, afirmou: "Entendo que não é lícito coibir qualquer manifestação a respeito de uma droga lícita ou ilícita".

Para o ministro Ayres Britto, nenhuma lei, nem penal, “pode se blindar quanto à discussão de seu conteúdo. Não está livre da discussão sobre seus defeitos e suas virtudes”. O ministro ainda brincou, dirigindo-se ao relator: “Se me permite o trocadilho, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade”.

O ministro Marco Aurélio subscreveu o voto do relator, ressaltando que o fez “sem manifestação jocosa alguma”. Para ele, a opinião só é relacionada a crime em situações como incitação do ódio racial ou da guerra. “Os brasileiros não suportam mais falsos protecionismos, cujo único resultado é o atraso”, afirmou.

Entenda o caso


A discussão sobre a Marcha da Maconha chegou ao STF em junho de 2009, quando a vice-procuradora-geral da República Deborah Duprat ajuizou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 187. Na ação, a procuradora indica que a proibição judicial das marchas a favor da maconha e de outros entorpecentes têm sido baseada em interpretação errada do Código Penal. Segundo ela é “equivocado” dizer que a realização das manifestações constitui “apologia ao crime”.

A Marcha da Maconha já foi proibida pela Justiça em diversas capitais com este argumento. Somente no mês passado, a marcha foi vetada em Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), além da cidade de Campinas (SP).

Em algumas localidades, após a proibição, a marcha foi transformada em ato pela liberdade de expressão. Em São Paulo, o ato terminou em confronto de manifestantes com a polícia.

Fernando Henrique

Duprat defendeu sua tese, presencialmente, no início do julgamento do STF desta quarta-feira (15). Ela citou o ex-presidente Fernando Henrique (PSDB) para defender a liberação da Marcha da Maconha pelo STF.

“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve em um programa de ampla divulgação defendendo a liberação das drogas leves. Além disso, fez e atuou num filme com esse objeto. Esse ex-presidente está fazendo apologia ao crime?”, questionou a procuradora.

Celso de Mello também recordou as manifestações do ex-presidente favoráveis à legalização das drogas leves para justificar sua contrariedade à repressão da Marcha da Maconha.

Ausências

Dos 11 ministros do STF, dois faltaram à sessão: Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes. A assessoria do STF afirma não saber o motivo da falta de Joaquim Barbosa. Já Gilmar Mendes faltou porque está em missão oficial.

O ministro Dias Toffolli não acompanha o julgamento no plenário e deve se declarar impedido de votar –quando a ação foi ajuizada, em 2009, ele era Advogado-Geral da União, cargo que representa a Presidência da República, e se manifestou pela improcedência do pedido da PGR na ação.

Uso medicinal

A Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos (Abesup) tentou incluir no julgamento a permissão do plantio doméstico da maconha e uso com fins médicos e religiosos. O relator do caso, ministro Celso de Mello, descartou a inclusão do tema na discussão. Mas deixou claro que a discussão pode ser feita pelo tribunal em outras situações.

Para o advogado da Abesusp, Mauro Machado, o posicionamento do ministro Celso de Mello é positivo para quem defende o uso medicinal dos entorpecentes. Segundo ele, o ministro “sinalizou a tendência de que, se o tribunal for suscitado sobre este tema, pode se manifestar favoravelmente”.

O ministro Ricardo Lewandowiski, em seu voto, retomou o tema, dizendo que o debate sobre o uso medicinal das drogas é necessário. “O que é droga? Aquilo que é considerado droga hoje, poderá não mais vir a sê-lo no futuro”, disse. Ele citou como exemplo as drogas moderadoras de apetite, que “hoje [são] objeto de intensíssimo debate nos meios médicos”.

Texto/Matéria integral no link abaixo:

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2011/06/15/stf-decide-que-ato-por-legalizacao-de-drogas-e-liberdade-de-expressao-e-libera-marcha-da-maconha.jhtm

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Um escândalo muito pior que o do mensalão

“Kit gay” nas escolas


Um escândalo muito pior que o do mensalão

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

Suponhamos que o governo federal desviasse trezentos milhões de reais dos nossos tributos e os dividisse clandestinamente entre políticos da base aliada. Seria um grave delito, mas não tão grave quanto aquele a que me refiro.

Nosso governo não apenas privou-nos de R$ 302,8 milhões, que poderiam ser usados para a saúde, a educação, a segurança pública... Reservou esse montante de nosso dinheiro para o fim específico de corromper crianças, adolescentes e famílias.

Não há nenhum exagero na afirmação acima. Trezentos e dois milhões e oitocentos mil reais é o valor de uma emenda ao orçamento aprovada pelo Senado no ano passado para iniciativas de apoio à “prevenção e combate à homofobia”[1].

Com esse objetivo, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) em parceria com a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), elaborou um “kit anti-homofobia” que deveria ser distribuído nas escolas no segundo semestre deste ano. Segundo o ativista homossexual Beto de Jesus, membro da ABGLT, que trabalhou na elaboração do “kit gay”, cerca de R$ 1,5 milhão foi gasto nesse projeto[2]. Destinado a crianças e adolescentes a partir de onze anos, o material é uma autêntica doutrinação na ideologia de gênero. Segundo essa concepção, masculinidade e feminilidade são puras construções sociais (gêneros) que nada têm a ver com os dados biológicos (sexos). O matrimônio entre um homem e uma mulher é apenas uma entre tantas outras “opções” sexuais. Vejamos o que defendem três vídeos desse “kit”.

Travestismo

O vídeo “Encontrando Bianca”[3] mostra um adolescente chamado José Ricardo que, inconformado com o próprio sexo, vai à escola vestido como menina e com as unhas pintadas de vermelho. Deseja ser chamado de Bianca, o nome de sua atriz preferida, inclusive na hora da chamada. Lamenta não poder usar o banheiro feminino. Sofre “perseguições” e “preconceitos”, mas acaba tendo apoio de colegas e professores.

Bissexualismo

O vídeo “Probabilidade”[4] apresenta o jovem Leonardo, que, ao mudar-se de cidade, lamenta-se por ter que separar-se de Carla. Matriculado em outra escola, Leonardo conhece Mateus, um homossexual. Os dois sofrem zombaria dos colegas, que os chamam de “namoradinhos”. Mateus apresenta-lhe seu primo Rafael, que está para se mudar, e Leonardo “apaixona-se” por ele. Fica então em dúvida quanto à sua própria identidade sexual, pois sente atração por pessoa do mesmo sexo (Rafael) e do sexo oposto (Carla). Em uma aula de Matemática, Leonardo “descobre” que pode “ficar” tanto com garotos como com garotas. Assim, probabilidade de encontrar alguém pelo qual sinta atração é “quase cinquenta por cento maior”.

Lesbianismo

O vídeo “Torpedo”[5] apresenta a adolescente Vanessa recebendo em seu celular uma mensagem de sua colega Ana. Esta lhe comunica que ambas foram fotografadas durante uma festa e que sua imagem circula pela Internet e foi fixada no corredor da escola. As duas resolvem enfrentar a “homofobia” e assumem publicamente o lesbianismo. Uma diz: “Quer ir namorar comigo?”. A outra responde: “Acho que a gente já está namorando”.

Reação dos deputados e recuo do governo

Quando o ministro da Educação Fernando Haddad afirmou que o kit “Escola sem homofobia” seria mantido tal como foi feito, recusando o diálogo com parlamentares prometido dias antes, a bancada católica e evangélica da Câmara ameaçou convocar o ministro da Casa Civil Antônio Palocci para explicar sobre denúncias acerca da evolução do seu patrimônio. Ameaçou também realizar uma Comissão Geral para discutir o material pró-homossexualismo, criar uma CPI sobre o Ministério da Educação, pedir a exoneração de Fernando Haddad e ainda obstruir as votações[6].

No dia seguinte, 25 de maio de 2011, Dilma resolveu suspender a distribuição do “kit” por achá-lo “inapropriado” para o objetivo de combater a “homofobia”. O anúncio foi feito pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência Gilberto Carvalho, fazendo questão de dizer que não se trata de um recuo, mas de “um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia”[7].

Segundo o jornal O Globo, a proibição de Dilma se estenderia também à cartilha de pornografia “O caderno das coisas importantes – confidencial”, em que os alunos são convidados a descrever suas experiências sexuais às ocultas de seus pais, e outros livretos que, em forma de estórias em quadrinhos, apresentam cenas de beijos entre homens e entre mulheres. A apologia do homossexualismo faz parte do Programa DST-Aids, lançado em 2008 pelo então ministro da Saúde José Gomes Temporão[8].

É preciso, porém, ter cautela para verificar se, de fato, todo esse material foi afastado das crianças. Mais do que nunca é preciso que os pais vigiem o material escolar que está sendo usado por seus filhos. Além disso, a campanha de corrupção infanto-juvenil foi apenas adiada. Até o fim do ano, o Ministério da Educação pretende lançar uma nova versão do “kit gay” a ser distribuída nas escolas[9]. Obtivemos uma vitória, mas estamos muito longe de poder ficar tranquilos.

Notas:

[1] CDH aprova R$ 1,15 bilhão em emendas ao Orçamento de 2011. Agência Senado, 23 nov. 2010, in: http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=105564

[2] Cf. http://www.youtube.com/watch?v=jh2Tw2IR4Hc

[3] http://www.youtube.com/watch?v=A_0g9BEPVEA

[4] http://www.youtube.com/watch?v=f-mrzp0HbeU

[5] http://www.youtube.com/watch?v=hKJjOJlEw_U

[6] Cf. Deputados cristãos ameaçam convocar Palocci se governo mantiver “kit anti-homofobia”, Agência Câmara de Notícias, 24/05/2011, 20h47min, in: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/197537-DEPUTADOS-CRISTAOS-AMEACAM-CONVOCAR-PALOCCI-SE-GOVERNO-MANTIVER-%E2%80%9CKIT-ANTI-HOMOFOBIA%E2%80%9D.html

[7] Dilma Rousseff manda suspender kit anti-homofobia, diz ministro, G1, 25/05/2011, in:

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/05/dilma-rousseff-manda-suspender-kit-anti-homofobia-diz-ministro.html

[8] Cf. Confira os vídeos que poderiam ser incluídos no ‘kit anti-homofobia’, O Globo, 25/05/2011, in: http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/25/confira-os-videos-que-poderiam-ser-incluidos-no-kit-anti-homofobia-924536729.asp

[9] Cf. MEC pretende lançar nova versão do kit anti-homofobia ainda este ano, G1, 27/05/2011, in: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/05/mec-pretende-lancar-nova-versao-do-kit-anti-homofobia-ainda-este-ano.html

Fonte: http://www.providaanapolis.org.br/

Divulgação: http://www.juliosevero.com/

Defensor da pedofilia defende kit gay

Kit gay estará nas escolas até fim do ano

Depois de indignação pública, presidenta Dilma cancela kit de doutrinação homossexual nas escolas

Kit gay: Governo realmente recuou?

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil (Julio Severo desmascara estatísticas de assassinatos de gays)

Dupla gay Devassidão e Mentira ditam as ordens na imprensa brasileira

Bancadas católica e evangélica conseguem obter de Dilma suspensão temporária do kit pedofilia gay

Vergonha: Governo deu quase dois milhões de reais para ABGLT produzir kit gay

Mesmo sob pressão da bancada evangélica, MEC diz que não irá alterar conteúdo do kit gay

Evangélicos protestam contra “kit gay” e criminalização da homofobia

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

terça-feira, 14 de junho de 2011

Existe corrupção nos dados sobre assassinatos de gays no Brasil? Existe inflacionamento de números das ongs gays para poder pedir mais recursos públicos para combater a homofobia?

Homofobia: “ser gay não é normal”, diz líder evangélico

Homofobia: “ser gay não é normal”, diz líder evangélico, deputado João Campos

A questão da homofobia entrou de vez na pauta do Congresso e da sociedade. A cada um dia e meio, um homossexual brasileiro é assassinado, vítima de homofobia, segundo relatório anual elaborado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado em abril. Segundo o levantamento, 260 gays, travestis e lésbicas foram mortos em 2010. Mas será mesmo que essas pessoas foram vítimas de homofobia ou esses homossexuais estão sendo assassinados por outras razões, como qualquer outro ser humano?

Na próxima semana, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), irá encaminhar ao Ministério da Justiça um pedido de esclarecimentos sobre dados relativos à violência contra homossexuais. João Campos prepara um requerimento, endereçado ao ministro José Eduardo Cardozo, no qual pretende questionar a veracidade de dados referentes a assassinato de gays no Brasil.

“Estão dizendo que, em todos os casos de assassinato de homossexuais, a motivação foi a homofobia. Será que é verdade? Qual o perfil dos autores desses assassinatos? São os companheiros ou terceiros? Será que tem alguma motivação relacionada com droga, álcool, prostituição? Será homofobia ou o gay está sendo vítima de violência da mesma forma que o heterossexual?”, questiona João Campos. “Nós precisamos passar essas informações a limpo, para ninguém ser induzido ao erro”, afirmou.

As discussões sobre os direitos dos homossexuais no país foram intensificadas a partir do debate do PL 122/2006, que criminaliza a homofobia. A proposta, que tramita no Senado, tem forte oposição por parte da bancada evangélica, que considera a matéria “inconstitucional”. Evangélicos pretendem apoiar no Congresso o PL 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem caráter mais geral e torna inafiançáveis e imprescritíveis crimes de discriminação no mercado de trabalho, de injúria resultante de preconceito e de apologia ao racismo.

“O PL 122 é flagrantemente inconstitucional. Quando ele propõe a criminalização da homofobia, esse projeto subtrai da sociedade aquilo que é o sustentáculo da democracia: a livre manifestação do pensamento e a inviolabilidade da crença e da consciência”, defendeu João Campos. “O nosso encaminhamento é para apoiar um projeto do senador Paim, que caminha nessa mesma direção, mas sem esses vícios de constitucionalidade”, disse.

Em crescente ascensão no Parlamento, a bancada evangélica protagonizou nas últimas semanas duros embates contra o governo. O motivo foi a elaboração de um kit anti-homofobia, criado por ONGs pró-gays a pedido do Ministério da Educação. A cartilha, que continha pôsteres e vídeos sobre o homossexualismo, foi vetada pela presidente Dilma, que após pressões da bancada evangélica e articulações de CPI e convocação do ex-ministro Antonio Palocci, proibiu que o “kit gay”, como ficou conhecido, fosse distribuído nas escolas.

“O governo se mostrava insensível e indiferente às nossas abordagens, então nós tivemos que utilizar de ferramentas próprias do jogo político para fazer com que fôssemos, no mínimo, ouvidos pelo governo”, disse João Campos. “Se for preciso, usaremos novamente essas ferramentas. Não tenha dúvida que a bancada está estruturada para isso”, emendou.

Por que só os gays?

Em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco, o presidente da Frente Evangélica afirma que a bancada irá trabalhar para que o governo não elabore nenhum material educativo específico para tratar sobre as questões homossexuais. Para o deputado evangélico, é um erro o governo “adotar um programa para prevenir o preconceito e a discriminação em relação apenas a uma minoria da sociedade brasileira”.

“Por que não um programa, com fundamento na cidadania, que oriente a criança a respeitar qualquer pessoa nas suas diferenças? Evidentemente, com isso vamos garantir cidadania plena lá na frente. Agora, quando o governo direciona um programa dessa natureza apenas para uma minoria, além dele não alcançar o que pretende, ele ainda provoca efeitos colaterais”, defende João Campos.

Delegado de Polícia, João Campos é vice-presidente de uma das convenções da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. A maior denominação evangélica, a Assembleia de Deus tem cerca de 10 milhões de fieis. Na Câmara, o deputado luta em “defesa da vida, da família, da liberdade religiosa e da laicidade do Estado”. Para o parlamentar, ser homossexual “não é normal”, e a bancada se posiciona contra qualquer ampliação de direito para essa parcela da população.

“Em nenhum lugar do mundo, nenhum país de fato entendeu que o homossexualismo é um comportamento normal. Do ponto de vista bíblico, a prática da homossexualidade é pecado. Convencidos disso, nós somos contra a prática do homossexualismo”, disse João Campos, acrescentando que a bancada não negociará em relação à união civil de casais homossexuais ou mesmo a adoção de crianças por parte desse público.

Crescimento

Nas últimas eleições, a bancada cresceu não só em número – passando de 43 para 80 parlamentares –, mas também em influência política. João Campos ressalta que os evangélicos sempre tiveram força dentro do Congresso, derrubando projetos de temas como legalização do aborto e união homoafetiva, mas que só agora a mídia tem dado importância para as ações da bancada.

“Na última legislatura, nós vencemos o projeto que legalizava o aborto, vencemos a questão da adoção de crianças por homossexuais, vencemos os projetos de lei que propunham a união homoafetiva, vencemos o Estatuto da Família. O que faltava era a mídia dar certa visibilidade a essas ações”, afirma. “A grande mídia sempre nos tratou com indiferença, ou com acentuado preconceito. O que está acontecendo agora é uma certa visibilidade”, defendeu.

Congresso em Foco

Fonte: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20110613100435&cat=politica&keys=homofobia-gay-nao-normal-lider-evangelico

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Daniel Dantas tentando subornar delegado




Nosso país está podre.

E o Daniel Dantas continua livre, graças às relações que mantém com o Supremo Tribunal e o Executivo Federal.

Nosso país só mudará com mobilização social.

por Nimrod Dias


Uma ora só interessa o conteúdo, quem e como vazou fica em segundo plano.
Em outra ora só interessa saber quem e como teria vazado tais informações. O conteúdo vai para as cucuias.

O STJ vai anular toda a operação que condenou Daniel Dantas a 10 anos de cana porque a PF utilizou o pessoal da ABIN para ajudar.

O Poder Judiciáro é de longe o maior cancro do Brasil, porque nem chingar eu posso, vou preso.

Neste vídeo da globo, não se iludam, acredito que faça parte de alguma negociação, poi hoje já se acertaram.


Fonte: http://corrupcaojuridica.blogspot.com/

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

segunda-feira, 6 de junho de 2011

As dez respostas que Palocci se esquiva de fornecer

As dez respostas que Palocci se esquiva de fornecer

Angeli
Dezenove dias depois da revelação de sua fortuna, Antonio Palocci foi aos refletores. Pronunciou “explicações” que, por inconsistentes, borrifaram querosene na crise.
O ministro pede à platéia que o ouça com "boa-fé". Ou providencia um complemento ou se arrisca a perder até o benefício da dúvida. Vão abaixo dez perguntas irrespondidas:
1. Quem foram os clientes da Projeto, empresa de consultoria de Palocci?
O ministro não forneceu a lista nem à Procuradoria-Geral da República. Ao distinto público, nem pensar. “Acho que não tenho o direito de fazer a divulgação de terceiros”. Beleza. Nesse caso, Palocci deveria demitir-se. De um servidor público, exige-se a transparência do cristal, não a opacidade do copo de geléia. A sonegação dos dados estimula a suspeita de que Palocci vendeu acesso ao Estado.
2. Afinal, que tipo de serviços Palocci vendia aos seus clientes?
O ministro soou vago. Disse que trabalhou para indústrias, bancos, fundos de investimento e empresas prestadoras de serviço. Absteve-se de esmiuçar a natureza dos serviços. Incompreensível.
3. Como assegurar que Palocci não vendeu facilidades no governo do PT?
O ministro disse coisas definitivas sem definir muito bem as coisas. Jura que não defendeu interesses privados em repartições públicas. À Globo, afirmou que trabalhou para “um conjunto de empresas que pouco tem a ver com investimentos públicos”. À Folha, afirmou que “trabalhava em projetos de novos investimentos”, que, “uma vez ou outra, poderiam ser aquisição de empresas”. Mas aquisições e fusões não dependem de aprovação de órgãos governamentais? Sim, reconhece Palocci. Mas “essa parte nunca fiz”, ele alegou. Dar-lhe crédito tornou-se uma questão de fé. Coisa aceitável em igrejas, não na Casa Civil.
4. Quanto o Palocci faturou como consultor entre 2006 e 2009?
Ouça-se o ministro: “Os números da empresa são números que eu gostaria de deixar reservados porque não dizem respeito ao interesse público. [...] Respeite o direito de eu não falar em valores”. Errado. Se o que Palocci deseja é privacidade, deveria fugir do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios. Tornou-se milionário no exercício do mandato de deputado. Em quatro anos, multiplicou o patrimônio por vinte. A platéia tem direito à curiosidade.
5. Por que o faturamento de Palocci saltou para R$ 20 milhões em 2010?
O ministro atribui o salto à decisão de fechar a consultoria antes de assumir a Casa Civil. Os pagamentos foram “antecipados”. Soou confuso. À Folha, disse que “a empresa só recebeu pelos serviços efetivamente prestados até 2010”. À Globo, declarou que pingaram no final de 2010 pagamentos relativos a “serviços prestados ao longo de anos”. Inclusive coisas que “estavam previstas para ser pagas um ano depois, seis meses depois”. Faltou explicar o porquê de tamanha generosidade com um personagem que, àquela altura, coordenava a transição em nome de uma presidente eleita. Palocci era um ministro à espera da nomeação.
6. Como se explica que Palocci, consultor solitário, tenha amealhado em 2010 faturamento igual ou superior ao das maiores consultorias do país?
Em representação ao Ministério Público, senadores de oposição compararam a Projeto de Palocci com duas gigantes do ramo da consultoria. Ao atingir a marca dos R$ 20 milhões, a firma de Palocci equiparou-se à LCA, cuja equipe é “formada por mais de cem pessoas”. Superou a Tendências, que dispõe de “70 funcionários”, atende a cerca de “100 clientes” e fatura anualmente “entre R$ 13 milhões e R$ 15 milhões”. Palocci não refuta as cifras. Apenas repisou o lero-lero: seu faturamento foi maior em 2010 porque fechou o balcão. De novo, a crença depende da fé. Muita fé.
7. Por que Palocci não informou a Dilma o nome de seus clientes e o faturamento de sua empresa?
Eis o que disse o ministro: “Não achei que era adequado importunar a presidente com esse tipo de informação, esse tipo de detalhe”. Nem depois da revelação de que virara um milionário? “Não acho adequado levar essas informações à presidente”. Dilma não perguntou? “Não”. Neste caso, tem-se, além de um ministro sob suspeição, uma presidente da República inepta.
8. Como fez Palocci para separar o caixa eleitoral de Dilma da caixa registradora de sua empresa?
O ministro assegurou: “Não existe nenhum centavo que se refira a política ou campanha eleitoral” na escrituração da Projeto. Em seguida, fez declaração que desmerece a anterior. Não participou da coleta que forniu as arcas eleitorais. “Minha atividade na campanha foi política”. Nesse ponto, nem a fé estimula a crença.
9. Por que Palocci não divulga os ofícios que remeteu ao procurador-geral?
“Nenhuma informação da minha empresa é secreta”, afirmou o ministro. Mas os dados só estão disponíveis “para os órgãos de controle”. Por quê? Medo da luz do Sol.
10. Por que Palocci trocou o milionário escritório de consultoria pelo contracheque mixuruca de ministro?
Ninguém perguntou. Mas, decerto, foi por altruísmo, pelo desejo irrefreável de servir à causa pública.
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Escrito por Josias de Souza às 06h28